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Archive for Maio, 2011

Aviso aos que me acompanham

A partir de hoje, o site www.eliomar.com.br incorpora todo o conteúdo do Blog do Eliomar.

Vamos continuar dialogando através desta nova página que foi inaugurada hoje.

Só posso dizer que fico muito satisfeito com o relacionamento que foi construído aqui.

Abs,
Eliomar

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Para investigar as remoções e reassentamentos forçados de moradores para obras e intervenções urbanísticas em torno do Sambódromo, do Maracanã, dos corredores viários e na área do projeto “Porto Maravilha”, Eliomar Coelho deu entrada em requerimento, na Câmara Municipal, pedindo a instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito. Para a CPI ser aprovada, o requerimento precisa do apoio de 17 vereadores, num total de 51.

Semana passada, Eliomar participou de uma reunião da Anistia Internacional com representantes destas favelas. De acordo com o parlamentar, o secretário-geral da Anistia, Salil Shetty, ficou impressionado ao ouvir o relato das famílias. Shetty ponderou que as autoridades brasileiras precisam ter sensibilidade ao promover o reassentamento por conta das obras para Copa e Olimpíadas. Segundo ele, não estão sendo respeitados os procedimentos legais na retirada das pessoas nessas áreas.

O parlamentar do PSOL participou também de reunião na Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro com o objetivo de assegurar aos moradores destas comunidades os direitos básicos estabelecidos por lei. O mandato vem acompanhando, denunciando e atuando junto à estas populações removidas.

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Uma iniciativa do arquiteto e urbanista Roberto Anderson, em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, o “Seminário Porto Maravilha – Desafio e Problemas” promete levantar uma série de questões sobre a revitalização do cais do Rio. Roberto Anderson estuda e acompanha o projeto e tem feitos muitas críticas. Participam do encontro, entre outros, o economista Carlos Lessa, Sérgio Magalhães, arquiteto e urbanista, presidente do IAB-RJ e Luiz Fernando Janot, arquiteto e urbanista, professor da FAU-UFRJ. O fotógrafo Maurício Hora e Carlos Machado, presidente do bloco Filhos de Ghandi e líder comunitário local – ambos integrantes do Fórum Comunitário do Porto -, participam da mesa “As expectativas suscitadas com o projeto Porto Maravilha”.

Abaixo, veja a programação completa do seminário.

Seminário Porto Maravilha
Desafios e Problemas
no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – IHGB

Realização IHGB/Prourb-UFRJ
16 e 17 de maio, segunda e terça-feira, com responsáveis pelo projeto na Prefeitura do Rio de Janeiro, representantes da sociedade civil e pesquisadores.

1º Dia: 16 de maio de 2011
9:30h – Palestra de Abertura do Seminário: Carlos Lessa, economista e escritor
Apresentação por Arno Wehling, historiador e presidente do IHGB

14:00h – 1º mesa – O projeto Porto Maravilha e a Cidade do Rio de Janeiro
Moderador: Marcus Monteiro, pesquisador, membro do IHGB e ex-Diretor Geral do Inepac
Expositores:
Carlos Alberto Muniz – Vice-Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro
Marcos Poggi – especialista em Economia Rodoviária
José Conde Caldas – arquiteto e presidente da Ademi
Luiz Fernando Jano – arquiteto e urbanista, professor da FAU-UFRJ

2º Dia: 17 de maio de 2011
9:30h – 2º mesa – As expectativas suscitadas com o projeto Porto Maravilha
Moderador: Roberto Anderson Magalhães, arquiteto e urbanista
Expositores:
Carlos Machado – presidente do bloco Filhos de Ghandi e líder comunitário local
Maurício Hora – artista e líder comunitário do Morro da Providência
Jorge Bittar – Secretário Municipal de Habitação
Sonia Rabello – professora de Direito e Vereadora

14:00h – 3º mesa – Modelos e ideais do projeto Porto Maravilha
Moderador: Rachel Coutinho – arquiteta e urbanista, coordenadora do PROURB/UFRJ
Expositores:
Jorge Arraes – Presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro – Cdurp
Sérgio Magalhães – arquiteto e urbanista, presidente do IAB-RJ
Nina Rabha – arquiteta e urbanista, estudiosa da questão da recuperação da Área Portuária

16:00h – 4ª mesa – Os impactos e as conseqüências
Moderador: Cecília Herzog – paisagista urbana e presidente da ONG Inverde
Debatedores:
Paulo Vidal Leite Ribeiro – Coordenador de Conservação e Projetos Especiais da Subsecretaria do Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design
Cristóvão Duarte – arquiteto e urbanista, professor do Prourb
Maria Fernanda Lemos – arquiteta e urbanista, professora da PUC-RJ

Inscrições e informações:
Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – IHGB
Av. Augusto Severo, 8 – 12º andar – Glória
20021-040 – Rio de Janeiro – RJ
Tel.: (21) 3852-0995 / 8457-9560
presidencia@ihgb.org.br

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É secular o problema de enchentes na Praça Bandeira e a falta de solução para este transtorno. Descobrimos que em 1875 foi criada uma comissão para investigar e acabar com as inundações no Mangue de São Diogo, localizado exatamente nesta região. A julgar pelos constantes alagamentos, a comissão fracassou. São também do final do século XIX (1811), os primeiros estudos para avaliar o impacto das chuvas intensas sobre as encostas.

A Praça da bandeira ganhou um apelido que diz tudo: Praça da Banheira. Os alagamentos recorrentes estão deixando a equipe do COI (Comitê Olímpico Internacional) preocupada, uma vez que o Maracanã fica isolado em dias de temporal forte seguido, invariavelmente, por enchentes. O governador Sérgio Cabral se apressou em assegurar ao comitê que os recursos para a obra na praça estão garantidos pelo governo federal. Será?

Opine. Você acredita que as autoridades vão sanar o problema das enchentes na Praça da Bandeira? Na sua opinião, o que deve ser feito?

Veja fotos de enchente na Praça da Bandeira em 1940

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Publico o artigo que saiu na edição de hoje do jornal O Dia…

Corrida sem barreiras

“Orçados inicialmente em cerca de R$ 400 milhões, os Jogos Pan-Americano e Parapan-Americanos abocanharam R$ 4 bilhões dos cofres públicos.

Quando anunciam os megaeventos, os governantes falam em legado social, trabalham a autoestima do cidadão carioca, mas o que fica são ‘elefantes brancos’. São equipamentos que, se bem utilizados, serviriam à população, como centros de preparo para atletas. Mas parece que a prefeitura prefere subutilizar esses espaços, ou simplesmente entregá-los à iniciativa privada.

O Complexo Esportivo Cidade dos Esportes abriga a Arena Multiúso, o Parque Aquático Maria Lenke o Velódromo. A Arena já foi ‘alugada’ até 2016; o Parque Maria Lenk está abandonado, e especula-se até em vendê-lo após as Olimpíadas; o Velódromo deve ser reconstruído para atender aos padrões do Comitê Olímpico Internacional. Sem falar no Engenhão, que já apresenta diversos problemas estruturais, e na Vila do Pan, com apartamentos cheios de rachaduras.

Em 2007 a Fifa elegeu o Brasil como sede da Copa e, em 2009, o Comitê Olímpico Internacional optou pelo Rio de Janeiro como a casa dos Jogos Olímpicos. Ou seja, tempo mais do que suficiente para preparar e realizar esses megaeventos. No entanto, as obras estão atrasadas. Os aditivos e verbas de emergência já começaram a ser apresentados e agora querem nos empurrar a tal Autoridade Pública Olímpica, espécie de entidade que flexibiliza os mecanismos de controle da sociedade.

O prefeito Eduardo Paes fez visitas às cidades que acolheram os Jogos Olímpicos, mas parece que não aprendeu muita coisa. O papel que o alcaide vem desempenhando brilhantemente é o da limpeza social, a serviço dos incorporadores e da especulação imobiliária. A primeira prova olímpica já começou: Corrida ao Tesouro Sem Barreiras.”

Veja aqui o arquivo em PDF

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